O Portugal da década de 70 era totalmente diferente de hoje em quase todos os aspectos. Foi por essa altura que Diamantino Faria, se pôs na aventura de emigrar, levando consigo a sua esposa, Irene Guarda Faria. Os primeiros tempos não foram fáceis. Motivos de saúde levam este casal a regressar a Portugal. Pouco tempo depois decidem abrir uma "tasca" para petiscos.

Para abrir essa casa de petiscos fazem um grande baile na passagem de ano 1977/1978. A intenço de casa de petiscos foi dando lugar a restaurante por vontade dos próprios clientes dado os dotes culinários da dona Irene e de na altura não haver restaurante por aquela zona.
 
   
E pouco a pouco foi crescendo o Restaurante Fonte do Corvo, (nome derivado a haver ainda hoje uma fonte onde iam/vão beber os corvos), com pratos tradicionais da época. Começaram a aparecer também casamentos e festas a que este casal também quis ajudar e começou a fazer este tipo de eventos. De 300 pessoas que o salão tinha capacidade existe hoje um moderno salão para todo o tipo de festas com capacidade para mais de 600 pessoas sentadas. Pouco tempo depois nasce a ideia de criar um leitão assado à Fonte do Corvo/à Boavista.

Sempre com a preciosa ajuda dos filhos, começou a crescer a Fonte do Corvo. Sempre em constante actualização este restaurante tem-se modernizado para acompanhar os tempos, e este espaço tem vários projectos a concretizar no futuro próximo. Projectos não faltam, vontade também não falta a esta família.

Passados mais de 30 anos sobre a sua abertura o "Restaurante Fonte do Corvo" é uma referência a nível nacional sendo o seu nome e a sua gastronomia reconhecida em todo o país. Comida típica, tradicional, e feita na hora, em ambiente familiar era a continua a ser o lema desta casa. Novos tempos, novos rumos, o restaurante foi-se adaptando aos tempos modernos e às novas exigências, actualmente conta com mais de 50 colaboradores entre eventuais, efectivos e claro a família que foi crescendo, para que nada falte à pessoa para quem trabalhamos, para si! Bem haja!